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2ª PROVA da Ressurreição

Viagem à descoberta da Ressurreição de Jesus

Por Pe.Luigi Polvere icms

2ª prova: Os apóstolos anunciaram publicamente a descoberta da tumba vazia e os encontros com o Ressuscitado, não muito longe da morte de Jesus, quando as testemunhas ainda vivas em Jerusalém poderiam tê-las negado.

De acordo com o testemunho dos Atos dos Apóstolos, confirmado pelas cartas de São Paulo aos Romanos, Coríntios e Gálatas, a Igreja primitiva pregou a ressurreição de Jesus desde os seus primórdios, já por ocasião do primeiro Pentecostes, portanto, não mais do que dois meses após a morte de Jesus (Atos 2,24-36). Segundo a tradição, foi Simão Pedro quem viu Jesus ressuscitado (1 Cor 15.5; Lc 24.34). Este é o documento mais antigo sobre Jesus ressuscitado encontrado no capítulo 15 da primeira Carta aos Coríntios, escrito por São Paulo em meados da década de 50 dC. onde se lê: "Ele apareceu a Cefas e depois aos Doze". Depois o viram Tiago, o "irmão do Senhor" (1 Cor 15.7) e Maria Madalena (Mt 28.9-10; Jo 20.14-18); dois discípulos a caminho de Emaús (Lc 24,15-31), os onze apóstolos (1 Cor 15,5; Mt 28,16-20; Lc 24,36-51; Jo 20,19-29; 21,1 -23; Atos 1,3-11); um número considerável de apóstolos (1 Cor 15.7) e em uma ocasião mais de quinhentos discípulos "a maioria deles ainda vive, enquanto alguns já morreram". Este último é um detalhe importante, porque São Paulo parece chamar em causa testemunhas das aparições ainda vivas que poderiam facilmente ter confirmado ou negado as suas palavras. Isso prova, dada a pequena quantidade de tempo disponível, o fato de que as aparições de Jesus não poderiam ser elaborações lendárias da mensagem da Ressurreição. Por outro lado, a Ressurreição foi pregada em Jerusalém na mesma cidade onde Jesus havia sido sepultado alguns dias antes. Eles não poderiam ter feito isso se Jesus ainda estivesse na sepultura - ninguém teria acreditado nele. Ninguém teria sido tolo o suficiente para acreditar que um homem havia ressuscitado dentre os mortos se seu corpo ainda estivesse na sepultura. Por esse motivo, a tese mitológica parece não sustentar a velocidade objetiva com a qual o Novo Testamento foi formado: o "credo" elaborado por um dos primeiros apóstolos, que inclui a ressurreição (1 Coríntios 15: 3-9), segundo muitos estudiosos, teria sido escrito no máximo 7 anos após a morte de Jesus.

 

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