DOSES DE ESPIRITUALIDADE
Coltiva l'intimità con lo Spirito Santo — il Grande Sconosciuto — perché è Lui che ti deve santificare. (San Josemaría Escrivá)
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«Quem acredita no Filho de Deus tem a vida eterna, e Eu o ressuscitarei no último dia»
«Quem acredita no Filho de Deus tem a vida eterna, e Eu o ressuscitarei no último dia»
+ Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João (Jo 6,37-40)
Naquele tempo, Jesus disse à multidão: Todos os que o Pai me dá virão a mim; e quem vier a mim Eu não o rejeitarei, porque desci do Céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. E a vontade daquele que me enviou é esta: que Eu não perca nenhum daqueles que Ele me deu, mas o ressuscite no último dia. Esta é, pois, a vontade do meu Pai: que todo aquele que vê o Filho e nele crê tenha a vida eterna; e Eu o ressuscitarei no último dia.»
Palavra da salvação.
Para a reflexão pessoal
Após a solenidade de Todos os Santos, hoje, 2 de novembro, celebramos os «Santos do Purgatório».
Em primeiro, veneramo-los, confiando-nos aos seus cuidados, à sua proteção no caminho da vida, somos encorajados pelo seu exemplo, que nos ensina.
As almas que se encontram no Purgatório, podemos ajudá-las, por um lado, com a nossa oração, aliviando os seus sofrimentos (podemos também conceder-lhes a indulgência plenária – nesta oitava, por exemplo, ou com a indulgência jubilar – para que Deus possa levar a cabo a sua purificação); por outro lado, são elas mesmas que estão perto de nós, com as suas orações e a sua intercessão junto a Deus.
Percebemos, então, que o dia de hoje não é um dia de tristeza ou de lembrança nostálgica, mas abre um verdadeiro horizonte de esperança, é uma ocasião para refletirmos sobre o sentido da vida, sobre a nossa vida em relação à eternidade. Sim, porque a eternidade se prepara com a vida de cada dia, com a fidelidade e a intensidade com que vivemos as circunstâncias, o nosso dever, as nossas relações. A relação com Deus, que somos chamados a viver eternamente, começa agora, fazendo experiência de Deus, aprendendo a conhecê-lo, a captar a sua presença em cada momento, a perceber a sua voz, para poder continuar a fazê-lo na eternidade. Somos chamados a ser santos, a ser especialistas nas coisas de Deus, porque as tornamos nossas a cada momento. A nossa vida é eterna; ela se consome e se define nas escolhas e nos acontecimentos do tempo presente.
Jesus não nos abandona: faz de tudo para não nos perder, para nos conquistar; procura-nos continuamente e alegra-se se O procuramos. Esta é a vontade do Pai: que Ele não perca nenhum de nós. Ele quer a salvação de cada homem.
No fundo, a nossa principal tarefa é não colocar obstáculos ao trabalho de Deus, não resistir ao seu amor, não impedir, com o mau uso da nossa liberdade, que Ele realize em nós a sua beleza.
Romano Guardini, comentando este Evangelho, dizia: «Aqui temos notícias sobre Deus, o Único, no qual, porém, existe uma santa comunhão. Ouvimos falar de um Pai e de um Filho, e de um diálogo na eternidade, cujo objeto somos nós, homens. O Pai falou de nós com o Filho. Ele enviou-o ao mundo e «entregou-o» a nós [...]. Mas a santa missão tem este teor: que o Filho conserve aqueles que lhe foram confiados, faça nascer neles a vida eterna e os desperte um dia, o do Juízo Final, para a plenitude desta vida. Este diálogo é a nossa morada eterna; a nossa raiz e segurança na existência finita, a origem do nosso destino eterno.
[...] nós «acreditamos contra [toda] esperança na esperança (Rm 4,18). Esperamos estar dentro do seu amor e nos mantemos firmes nele».
São palavras que nos encorajam para o bem, mostram-nos o grande valor que cada um de nós tem para o Coração de Deus: somos objeto do diálogo entre o Pai e o Filho. Isso dá-nos segurança, assegura-nos que não estamos sozinhos e faz-nos desejar tornar-nos aquilo que somos chamados a ser.
Ter fé significa acreditar que Deus vê e quer o meu bem, mais do que eu vejo e quero para mim.
Então, nós, que estamos sempre à procura de “algo mais”: algo mais bonito, mais gratificante, mais conveniente; que procuramos ser amados, amar, saber, poder... não percebemos que, na realidade, não somos mais do que pesquisadores de Deus, porque esse desejo de infinito que temos no coração foi colocado pelo próprio Deus, para nos salvar, para não nos perder. A busca, de facto, termina com a morte, na qual ocorre o encontro definitivo com Deus: então haverá a participação, na alma e no corpo, da vida de Cristo ressuscitado. Esta esperança ilumina de maneira completamente única a vida terrena.
Voltemos o nosso olhar para Maria Santíssima, que nos indica o caminho a percorrer nesta vida para alcançar a meta eterna, animados por um desejo autêntico do céu. Dizia o Papa Leão:
«Maria, que Cristo ressuscitado levou consigo na glória em corpo e alma, resplandece como ícone de esperança para os seus filhos peregrinos na história.
[...] O peregrino precisa de um destino que oriente a sua viagem: um destino belo, atraente, que guie os seus passos e o reanime quando estiver cansado, que reavive sempre no seu coração o desejo e a esperança. No caminho da existência, esse destino é Deus, Amor infinito e eterno, plenitude de vida, de paz, de alegria, de todo o bem. O coração humano é atraído por essa beleza e não é feliz até encontrá-la […]
Toda a vida de Maria foi uma peregrinação de esperança junto com o Filho de Deus e seu, uma peregrinação que, através da Cruz e da Ressurreição, a fez chegar à pátria, ao abraço de Deus.
Por isso, enquanto caminhamos, como indivíduos, como família, em comunidade, especialmente quando as nuvens se aproximam e o caminho se torna incerto e difícil, levantemos os olhos, olhemos para ela, nossa Mãe, e reencontraremos a esperança que não decepciona (cf. Rm 5,5)”. (Papa Leone XIV - 15.08.25)
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