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VI DOMINGO DA PÁSCOA - 10 Maio 2025 ANO A

«Eu pedirei ao Pai, que vos dará outro Defensor»

 

«Eu pedirei ao Pai, que vos dará outro Defensor»

 

+ Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo S. João (Jo 14, 15-21)

 

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Se Me amardes, guardareis os meus mandamentos. E Eu pedirei ao Pai, que vos dará outro Defensor, para estar sempre convosco: o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber,
porque não O vê nem O conhece, mas que vós conheceis, porque habita convosco e está em vós. Não vos deixarei órfãos: voltarei para junto de vós. Daqui a pouco o mundo já não Me verá, mas vós ver Me eis, porque Eu vivo e vós vivereis. Nesse dia reconhecereis que Eu estou no Pai e que vós estais em Mim e Eu em vós. Se alguém aceita os meus mandamentos e os cumpre, esse realmente Me ama. E quem Me ama será amado por meu Pai e Eu amá-lo-ei e manifestar-Me-ei a ele».

 

Palavra da Salvação.

 

 Para a reflexão pessoal

 

Estamos no VI Domingo da Páscoa, mas o Evangelho retoma uma parte do discurso que Jesus dirigiu aos Seus discípulos na Última Ceia, quase como para não nos deixar esquecer as Suas últimas palavras, antes da Sua Paixão e a Morte. Talvez um dos discursos mais preciosos que Ele dirigiu aos apóstolos, o Seu «testamento espiritual». Palavras que Ele dirigiu aos Doze, mas no Cenáculo, naquela Última Ceia, estávamos também todos nós, presentes no Coração de Jesus. E, portanto, essas palavras são dirigidas também a nós! Jesus recorda-nos quais foram os dois mandamentos a que Ele próprio obedeceu ao longo de toda a Sua vida, os mesmos que agora nos entrega: o amor ao Pai e o amor às almas. Ele revela aos Seus que vai preparar-lhes um lugar, para que onde Ele estiver, também eles possam estar. Mas, ao mesmo tempo, promete-lhes que não os deixará órfãos.

Ficar sozinho, não se sentir amado, é a dor mais profunda que o coração do homem pode experimentar. E Jesus sabe-o, Ele que experimentou o abandono dos seus, a traição de Judas, a negação de Pedro, a extrema solidão da Cruz. Ele que, ainda hoje, é tão ofendido pelos homens ingratos com ultrajes, sacrilégios e indiferenças, como revela o Anjo aos três Pastorinhos de Fátima. É por isso que Jesus nos amou até dar a vida por nós. É por isso que nos ama tanto que permanece connosco todos os dias até ao fim do mundo, no Sacramento do Amor que é a Eucaristia. E nós queremos corresponder a este Amor, amando de novo a Deus e amando os outros como Jesus nos amou. Se é verdade que só se aprende a amar verdadeiramente quando nos sentimos amados por alguém, o que não gostaríamos de poder fazer para retribuir a Jesus, que nos amou tanto quando ainda estávamos no pecado? E é consolador saber também que Jesus continua a ser Sacerdote por nós junto do Pai, invocando para nós o Espírito da verdade, Espírito que nos permite conhecer e ver Deus e tudo o que Ele faz por nós, na nossa vida. É o Espírito que habita em quem tem o coração puro, mas que não pode ser recebido por quem quer viver sem Deus. É o Espírito que permanece em nós com a graça dos Sacramentos, em particular da Confissão e da Eucaristia, com o apoio da oração, com a leitura e a meditação da Palavra de Deus. É a graça de viver em comunhão com Deus: Deus em nós e nós n’Ele.

«Parece-me que nada nos diz mais do Amor que está no Coração de Deus do que a Eucaristia. É a união consumada, é Ele em nós e nós n’Ele. Quão felizes somos quando vivemos em intimidade com Deus, quando fazemos da nossa vida um coração a Coração com Ele, uma troca contínua de Amor; quando sabemos encontrar o Mestre no fundo da nossa alma! Então, nunca se está sozinho, sente-se a necessidade da solidão para se regozijar com a presença do Hóspede adorado… mesmo quando já não sentimos mais sensivelmente a Sua presença! Dir-se-ia que é precisamente então que Ele está mais perto de nós, que a união com Ele é mais íntima... O Mestre está sempre contigo, nunca O abandones. Através das tuas ações, dos teus sofrimentos, mesmo quando o corpo está quebrado, permanece sob o Seu olhar, cuida do presente, vivendo dentro da Sua alma. Pensa no que deve ter sido para a Virgem, quando, após a Encarnação, o Verbo encarnado, o Dom de Deus, reinava nela. Em que silêncio, em que adoração e recolhimento mergulhava interiormente para abraçar com Amor aquele Deus de quem era Mãe» (Santa Isabel da Trindade).

 

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