DOSES DE ESPIRITUALIDADE
Coltiva l'intimità con lo Spirito Santo — il Grande Sconosciuto — perché è Lui che ti deve santificare. (San Josemaría Escrivá)
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Retiro Adolescentes de Abril
Por pe. Alberto Galassi icms
“No primeiro dia da semana, ao romper da alva, as mulheres foram ao sepulcro, levando os perfumes que haviam preparado. Encontraram removida a pedra da porta do sepulcro e, entrando, não acharam o corpo do Senhor Jesus. Estando elas perplexas com o caso, apareceram-lhes dois homens em trajes resplandecentes. Como estivessem amedrontadas e voltassem o rosto para o chão, eles disseram-lhes: «Porque buscais o Vivente entre os mortos? Não está aqui; ressuscitou! Lembrai-vos de como vos falou, quando ainda estava na Galileia, dizendo que o Filho do Homem havia de ser entregue às mãos dos pecadores, ser crucificado e ressuscitar ao terceiro dia.»
Recordaram-se, então, das suas palavras. Voltando do sepulcro, foram contar tudo isto aos Onze e a todos os restantes. Eram elas Maria de Magdala, Joana e Maria, mãe de Tiago. Também as outras mulheres que estavam com elas diziam isto aos Apóstolos; mas as suas palavras pareceram-lhes um desvario, e eles não acreditaram nelas. Pedro, no entanto, pôs-se a caminho e correu ao sepulcro. Debruçando-se, apenas viu as ligaduras e voltou para casa, admirado com o sucedido”.
As mulheres vão ao túmulo procurando um morto, um crucificado com o corpo dilacerado, com o coração trespassado.
E em vez disso, encontram o túmulo vazio, e dois anjos que lhe dizem: “Porque procurais entre os mortos o que está vivo?” Aquele coração trespassado pela lança do soldado, começa a bater de novo, como batia antes da morte, mas com um frémito absolutamente novo. Bate de alegria, bate de uma alegria que será eterna porque é daquele coração aberto que nos vêm os frutos da Redenção: a sua Vida, a Graça Santificante.
Jesus Cristo Ressuscitou verdadeiramente! A aleluia que cantámos ontem deve representar a nossa alegria. É uma notícia que não pode deixar-nos indiferente, distraídos, desatentos, mas que deve marcar profundamente a nossa vida. É o triunfo da nossa fé. Uma notícia que talvez já tenhamos ouvido outras vezes e que não marcou a nossa vida, porque nos habituámos a ouvi-la, mas sem lhe termos compreendido o seu significado profundo Jesus Cristo ressuscitou verdadeiramente.
A nossa salvação está ligada a este ato de fé. Acreditar que, Jesus Cristo tenha morrido, não é grande coisa: nisto também acreditam os pagãos e os hebreus. A coisa verdadeiramente extraordinária e grande é acreditar que aquele homem que todos viram crucificado tenha ressuscitado. Nunca um homem se ressuscitou a si próprio, apareceu vivo, não voltando a morrer. Alguns santos, através de milagres ressuscitaram dos mortos, mas depois as mesmas pessoas voltaram a morrer.
Esta é a maior noticia. Aquela que já na manha de Páscoa se espalhou por toda a Jerusalém e hoje nos chega a nós sob testemunhos verdadeiros, indiscutível, certo, credível daqueles que o viram: os apóstolos, os discípulos. È este encontro que transformara a sua vida. A sua vida, até ao martírio será o testemunho mais credível daquilo que anunciavam: Jesus ressuscitou
verdadeiramente.
Os apóstolos são testemunhas credíveis. Para compreender a sua credibilidade pensemos nos três pastorinhos de Fátima.
Dizia-nos João, o irmão de Jacinta e Francisco, que começou a acreditar que os seus irmão tinham visto nossa Senhora quando ele viu a mudança nas suas vidas e sobretudo como souberam aceitar com resignação e amor os sofrimentos que os acompanharam na morte.
Esta noticia deve marcar a nossa vida deve muda-la. De facto o que significa dizer que Jesus ressuscitou? Quais são as consequências disso? Porque é que, não podemos ficar indiferentes?
Se ressuscitou, quer dizer, que aquele homem que todos viram morrer, com uma morte atroz, é aquele que venceu a morte senão o Senhor e o Dono da vida?
Então se acreditamos que Jesus ressuscitou significa que Jesus não é um homem qualquer, mas é Deus, o Senhor da vida. Por isso os hebreus nunca acreditaram e mesmo agora não acreditam na Ressurreição: porque não podiam aceitar que um deles pudesse ser Deus. Deus transcendente que faz homem!? Absurdo para eles.
Cristo ressuscitou verdadeiramente, Cristo vive!
Não é um homem do passado que viveu um tempo, e depois foi embora deixando-nos uma lembrança e um exemplo maravilhoso. E’ muito mais: é Deus.
Então a sua palavra é Palavra de Deus.
Eis porque, esta noticia deve marcar a nossa vida!
Porque a nossa vida deve ser vivida a luz daquilo que Deus disse.
Deus que se fez próximo de cada um de nós, em Jesus Cristo. A sua Ressurreição dá autenticidade à sua divindade, e por consequência as suas palavras, as suas bem-aventuranças, as suas promessas.
E a suas palavras não são palavras que possam ser postas de parte como tantas palavras que ouvimos continuamente… palavras ocas. Aquilo que Jesus disse, tem a ver com a própria vida, com o nosso destino, com a nossa felicidade, com o sentido da própria vida.
Se Jesus não tivesse ressuscitado, que valor poderíamos dar as certas palavras que aparentemente são mesmo absurdas. Pensai num homem qualquer que pronunciasse algumas palavras ditas por Jesus! Que diríamos se qualquer pessoa se apresentasse e dissesse: “Eu sou o caminho, a verdade, e a Vida” Palavras que Jesus disse! Pensaríamos que fosse louco!. Mas se aquele homem demonstrasse ser Deus, iríamos acolher como verdadeiras essas palavras.
Experimentai pensar na palavra que fala do seu Corpo e do seu Sangue do qual dentro de pouco tempo nos alimentaremos. Quem nunca teria acreditado que este pão é o seu Corpo, e este vinho é o seu Sangue se não fossem palavras pronunciadas por Ele, Jesus, que ressuscitando demonstrou ser verdadeiramente o Filhos de Deus? Que valor teríamos dado à promessa de uma vida eterna, depois desta vida, se Jesus tivesse sido um homem qualquer e não Deus como a Ressurreição o provou? Ou quem teria podido acreditar naquelas palavras?
Jesus ressuscitou verdadeiramente. Esta é a nossa fé.
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