DOSES DE ESPIRITUALIDADE
Ogni vocazione sacerdotale è un grande mistero, è un dono che supera infinitamente l'uomo. (San Giovanni Paolo II)
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O Santo Nobre e Humilde
O Santo Nobre e Humilde
De origem nobre, Carlos Borromeu utilizou a inteligência notável, a cultura e o acesso às altas elites de Roma para posicionar-se à frente, ao lado e até abaixo dos pobres, doentes e, principalmente, das crianças.
Por isso, a sua vida poderia ser resumida em duas palavras: dedicação e trabalho. Mas, para fazer justiça, como ele sempre pregou, temos que acrescentar mais uma, sem dúvida a mais importante: humildade.
Carlos nasceu a 2 de outubro de 1538, em Arona, Itália. Ainda em criança, gostava de construir altares minúsculos, diante dos quais, na presença dos irmãos e companheiros de idade, imitava as funções sacerdotais que tinha observado na Igreja. O amor à oração e o aborrecimento aos divertimentos profanos, eram os sinais mais positivos da vocação sacerdotal. Com apenas 12 anos, recebeu o título de "comendatário" de uma abadia beneditina local. Seu título honorífico proporcionava-lhe uma renda considerável, mas o futuro Santo quis destinar seus bens à caridade dos pobres.
Em 1563, aos 25 anos, foi ordenado sacerdote e, logo a seguir, consagrado Bispo, título que lhe permitiu participar das últimas etapas do Concílio de Trento (1562-1563). Assim, tornou-se um dos principais promotores da chamada "Contra-reforma" e colaborador na redação do "Catecismo Tridentino".
Criou seminários e vários institutos de utilidade pública para dar atendimento e abrigo aos pobres e doentes, o que lhe proporcionou o título de “pai dos pobres”. Orientou muitas ordens e algumas que surgiram depois de sua morte o escolheram para padroeiro. Contudo, tudo foi muito difícil, porque encontrou muita resistência de ordens conservadoras.
Chegou o ano 1576 e com ele a peste. Milão foi duramente assolada e mais de cem padres pagaram com a própria vida as lágrimas que enxugaram de casa em casa. Um dos mais ativos era Carlos Borromeu. Visitava os contaminados, levando-lhes o sacramento e consolo sem limites nem precauções, num trabalho incansável que lhe consumiu as energias. Chegou a flagelar-se em procissões públicas, pedindo perdão a Deus em nome de seu povo. Até que um dia foi contaminado pela febre, que atacou o seu organismo lentamente. Morreu anos depois dizendo ser feliz por ter seguido os ensinamentos de Cristo e poder se encontrar com ele de coração puro.
Foi beatificado em 1602, por Clemente VIII e, depois, canonizado em 1610, por Paulo V, que fixou a festa do santo para o dia 4 de novembro. A grande influência de São Carlos Borromeu, pelo que realizou em Milão, serviu de exemplo para que a reforma da Igreja acontecesse em muitos outros países, no espírito do Concílio de Trento.
“ Óh, grande bispo, que, na tua sabedoria, soubeste organizar a Igreja e adequá-la ao tempo, dai a mesma sabedoria aos nossos bispos e responsáveis para que sejamos sempre atuantes na sociedade e propagadores do evangelho como grande obra de caridade. Por Cristo, nosso Senhor, Amém.”
São Carlos Borromeu, rogai por nós!
Adaptado de:
https://santo.cancaonova.com/santo/sao-carlos-borromeu/
https://www.arautos.org/secoes/artigos/doutrina/santos/sao-carlos-borromeu-143639
Carolina Dias
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