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Tornar-se MÃE

Apresentação da nova secção da página operafatima.pt sobre o tema da Maternidade

Por Irmã Paola Lanzilotti icms

Ser mãe. Parece a coisa mais natural do mundo.

Quantas mulheres na história já foram e quantas serão?! Todas as mulheres são potencialmente mães, mas nem todas tornar-se-ão mães, e paradoxalmente nem todas o querem.

E depois: será suficiente dar à luz uma criança para ser mãe?

A resposta é claramente não... uma coisa é ser mãe a nível biológico, outra é ser mãe na verdade. Todas as mulheres que, diariamente, têm de lidar com a arte de tornar-se mães sabem bem que assim é: aquelas que acordam durante a noite para alimentar o filho; que sentem que estão a enlouquecer perante os constantes problemas intermináveis vividos ao longo da adolescência dos filhos ou simplesmente mães que revivem o segundo corte do cordão umbilical quando os filhos deixam a casa dos pais (gostariam sempre de os manter perto delas para protegê-los).

Sim, isto é o que faz uma mãe: protege.

E é por isso que ficamos surpreendidos quando lemos nos jornais notícias sobre mulheres que abandonam os seus próprios bebés, ou mesmo notícias que nos deixam verdadeiramente chocados relativamente ao número de abortos voluntários.

Mas é necessário salientar que uma mãe, a certa altura percebe, com dor, que não poderá proteger os seus filhos sempre, pois se assim fizesse torná-los-ia eternamente inseguros, incapazes de enfrentar a vida e este será o verdadeiro desafio para ela, deixá-los ir, amá-los "à distância", acompanhá-los sem invadir, presente e discreta ao mesmo tempo... só assim vai ensiná-los a crescer, a ter confiança em si mesmos, a amar. O amor nunca possui, mas dá sempre.

A estas mulheres e também àquelas que nunca tiveram um filho fisicamente, mas que são mães porque adotaram ou porque, das mais variadas formas, expressam a maternidade cuidando das almas, será dedicada a nova secção da página operafatima.pt. Pretende-se que esta secção, que terá início na próxima semana, seja também uma preparação para o mês de Maio (festividades de Nossa Senhora, a festa da Mãe).

Não será uma compilação de informações sobre a maternidade, mas uma recolha de testemunhos, simples e verdadeiros, que contam o esforço e a alegria de algumas mulheres para se tornarem mães todos os dias, através de erros e conquistas.

Tudo à luz da fé e com os olhos no Modelo por excelência de todas as mães cristãs: a Virgem Maria. Que Ela seja a inspiração de cada palavra.

A Ela confiamos o nosso trabalho e oferecemo-lo por todas as mulheres que recusaram a maternidade, que não reconheceram o momento em que o Senhor estava a visitá-las através do dom da vida.

Que Nossa Senhora as console e lhes dê uma nova esperança.  Ámen.

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