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A Alegria no Sofrimento

Retiro Famílias - Quaresma 2024 -

de Alfredo Ramos

 

É sempre com um entusiamo que conto os dias para um retiro de silêncio, seja neste tempo especial da Quaresma, seja noutra qualquer altura.

A vida do mundo em que estamos é cheia de ruído, de enorme barulho e de uma correria sempre vertiginosa. O tempo, bem precioso dado por Deus, parece que nunca chega.

Somos empurrados para um sem número de obrigações e compromissos, sejam eles profissionais, sociais ou familiares.

Perdemos tempo com as nossas grandes ou pequenas idolatrias, sejam elas o telemóvel, o futebol, qualquer programa de televisão, ou outras situações banais.

O tempo para Deus, para a Igreja, para os nossos, para os que necessitam do nosso tempo presencial, fica desta forma comprometido.

Desperdiçamos um bem precioso e que deveria ser usado para cumprir os desígnios de Deus na nossa vida.

O retiro de silêncio, vivido nesta nossa família, é mais uma das graças, que Deus me vai concedendo.

Sinto que quando chego a Fátima, entro na “tenda”, o tempo passa a correr mais lento, o ruído cessa, e o meu pensar, sempre acelerado e ruidoso, acalma.

A certeza de levar uma palavra, de ser acolhido pelo que sou, com os meus defeitos e debilidades, de me orientarem para o caminho certo, conforta-me e deixa-me descansado.

Os problemas, os sofrimentos da vida, as angústias, que tinha antes de chegar, não desaparecendo, passam a ter um propósito.

Neste retiro em especial, “fiquei alegre por que sofro.

Esta afirmação,  sendo uma contradição insanável para o mundo, no entanto é cheia de verdade para um insignificante e indigno servo.

Perceber que o sofrimento da paixão do Senhor é agravado pelo meu pecado, deixa-me sem força, que recupero ao ir percebendo a cada dia, que pelo Seu Amor misericordioso sou amado, muito amado, ainda que imerecidamente.

A alegria, veio quando das pregações recebidas, me foi dado a conhecer, que os meus sofrimentos, se bem vividos e oferecidos, podem desagravar o meu pecado, reparar o mal que cometi anteriormente. Alegria maior, por perceber, que igualmente posso oferecer os meus sofrimentos, a minha vida, como caminho de reparação para outros.

O Senhor permitiu que desse significado a todo o sofrimento que tenho vivido, a passagem que diz que abraçando a Cruz, ela se torna mais leve, nunca fez tanto sentido.

As minhas ações e também as minhas inações, podem implicar no meu caminho de salvação, mas também no dos outros com quem me cruzo. Que responsabilidade.

Que o Senhor por intercessão da Virgem Mãe, faça ressoar no meu coração e mantenha viva a palavra que recebi neste retiro, não só nesta quaresma, mas no resto da minha vida.

Sou Feliz porque sofro.

 

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