DOSES DE ESPIRITUALIDADE
La gloria del Padre, la gloria di Dio è che l’uomo viva. Ecco, l’uomo vive in Cristo. (San Giovanni Paolo II)
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Testemunho de Mafalda Araújo ( parte Iª )
de Mafalda Araújo
“Nós devemos dizer sim, um sim que se repete nas alegrias e nas dores, em cada instante da nossa vida”
A vocação é sempre uma resposta a um Amor que nos precede, que nos procura, para nos lembrar que somos imperdíveis.
Sou a Mafalda, tenho 20 anos e estou no meu primeiro ano de postulantado na comunidade das Servas do Coração Imaculado de Maria em Pancole, Itália.
Conheci a Família, em 2017, através de um sacerdote, o P.Alberto, que fazendo apostolado, celebrava a Eucaristia e falava um pouco sobre a mensagem de Fátima em casa de uma senhora em Lisboa.
Os meus pais sendo uma vez convidados, por um casal, a participar a estes “encontros”, foram-se confessar ao P.Alberto que lhes convidou a participarem num Retiro de Famílias que em Fátima faziam para os casais e os seus filhos.
E assim começou o percurso da minha família na Família do Coração Imaculado de Maria.
Ou o meu na verdade…
Porque como filha, frequentava o Movimento que os meus pais frequentavam, mas quando pela primeira vez fiz eu própria a experiência de Jesus, tudo mudou.
O meu primeiro contacto com as irmãs foi num Campismo de Inverno; lembro-me perfeitamente de não querer ir, porque era muito introvertida e não conhecia ninguém, mas quando regressei a casa depois de 5 dias cheios de brincadeiras e de profunda oração, percebi que o que tinha vivido naqueles dias, era de facto, uma coisa muito boa, em que me tinha sentido verdadeiramente feliz.
Tinha eu apenas 14 anos.
De facto, estava a conhecer pela primeira vez o que era a verdadeira felicidade, uma felicidade que nunca até ali tinha experimentado. Estava a fazer experiência daquilo que toda a gente procura e que só um coração puro, que toca a graça de Deus, pode verdadeiramente viver. Quando comecei a frequentar os Retiros das raparigas, que pontualmente todos os meses faziam, recordo-me de contar os dias e de desejar tanto no meu coração ir porque, agora que escrevo e medito, sei que experimentava continuamente Jesus, que estava eu a começar uma relação com Ele, a conhece-Lo, a fazer eu a experiência da sua Existência e isso é o que me preenchia, era o que me fazia querer sempre estar em Fátima.
Experimentava Jesus, através dos sacerdotes, da incansável procura do bem das nossas almas e de apontarem as nossas vidas sempre para algo grande, algo alto, através das amizades que aos poucos se iam formando, amizades que eram verdadeiras, porque se iam construindo na Verdade, mas essencialmente através das irmãs, que nelas via uma maternidade grande, algo que achava estranho no inicio porque pensava “como é possível existir esta maternidade se elas nunca foram mães…”; mas precisamente uma maternidade especial, que conseguia amar-te mesmo quando tu erravas, uma maternidade que se vai aprendendo, quanto mais te assemelhas a Nossa Senhora.
Aos poucos tudo isto atraia-me e de quase uma vez por mês em Fátima, passei a estar mais de três vezes por mês. Não faltava a nenhum retiro, ia a todos os campismos, ajudava na cozinha quando eram os retiros para os leigos, ia também aos retiros de jovens.
Sentia-me verdadeiramente bem.
Cheguei aos meus 17/18 anos e essa felicidade que tinha encontrado, comecei-a a perder, porque de facto fazia experiência da verdadeira felicidade, mas vivia a minha fé sempre a metade...
( Continua…)
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A revista oficial da Família do Coração Imaculado de Maria
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